quarta-feira, 12 de novembro de 2014

AQUECIMENTO GLOBAL. POR QUE SE FALA TANTO DISSO?


     Muito se ouve falar a respeito desse tal aquecimento global, mas pouco se explica de fato, talvez por isso muita gente ainda não deu a devida atenção a este sério problema que está aumentando a cada dia.
Primeiro temos de ter em mente que o chamado aquecimento global é um evento natural em nosso planeta, sempre existiu. Nada mais é do que a retenção da radiação solar em nossa atmosfera que gera o calor que aquece nosso planeta, esse evento é chamado de efeito estufa, sem ele a Terra seria fria e dificilmente habitada.
     Agora quando falamos de aquecimento global no sentido de problema ambiental estamos nos referindo a elevação do aquecimento global natural por conta de fatores como a poluição que faz com que maior quantidade de calor fique presa na atmosfera aumentando assim a temperatura em todo o planeta e causando um sério desequilíbrio ambiental. Entendemos que o aquecimento global que tanto se fala é uma consequência das grandes alterações climáticas que estão acontecendo em nosso planeta nas ultimas décadas e que tendem a se agravar.
     Em diferentes pontos do planeta vários estudos indicam que estamos passando por um aumento da temperatura média global; esse aumento gira em torno de 0,3º C e 0,6º C. Ai você pode dizer: “só isso? Tanto caso por tão pouca mudança?”. Acontece que mesmo sendo uma mudança aparentemente discreta, temos de levar em consideração que ela está ocorrendo em todo o planeta e que muitos ecossistemas são altamente sensíveis a estas mudanças, ou seja, a biodiversidade fica ameaçada frente ao desequilíbrio ambiental resultante dessas alterações além de outros eventos como o derretimento das camadas polares que ao liberar mais água nos mares pode aumentar o nível deste causando enchentes em diversos pontos do planeta.

     Para tentar compreender o que vem provocando esse aumento anormal do aquecimento global várias pesquisas, estudos e experimentos estão sendo realizados ao redor do mundo e alguns resultados interessantes foram obtidos, desde aqueles que defendem tratar-se de um evento natural, pois saímos de uma era glacial então é esperado que o planeta sofra um maior aquecimento; até aqueles que acreditam tratar-se de um evento que tem suas causas na intensa atividade humana no planeta, principalmente pelo uso de combustíveis fosseis como a gasolina, que libera uma grande quantidade de poluentes na atmosfera e também as queimadas nas florestas. Quando esses combustíveis são queimados, liberam uma grande quantidade de gases poluentes, entre eles o CO2 (gás carbônico), o N2O (óxido nitroso) e também o metano (CH4), este ultimo tem uma curiosidade, ele também é liberado naturalmente por animais como as vacas e por isso se fala delas vez por outra quando se trata de aquecimento global. A liberação desses gases em grande quantidade na atmosfera é perigosa, pois eles tem grande capacidade de reter calor; o natural é que apenas uma parte do calor vindo do nosso sol fique presa na atmosfera e outra parte volte para o espaço, porém esses gases acabam retendo calor demais o que causa o aumento da temperatura no planeta.
     Você pode ter uma ideia do que foi comentado acima lembrando que um carro fechado durante o dia fica superaquecido por dentro, isso se dá por que o vidro deixa o calor entrar, mas retém dentro do carro boa parte desse calor, os gases citados acima atuam como o vidro do carro no exemplo.
     Algumas tentativas de conter o aumento do aquecimento global tem sido feitas, mas na prática pouco tem sido realizado de fato pois esse assunto esbarra em questões políticas e econômicas. Um exemplo de tentativa se deu em 1997, quando 162 países se reuniram para assinar o ‘Protocolo de kyoto”, documento onde esses países se comprometiam a reduzir a emissão dos gases causadores do efeito estufa. Na prática poucos tentaram realmente baixar seus níveis de gases, destacando-se entre eles os Estados Unidos que alegaram não comprometer seu desenvolvimento econômico por conta do efeito estufa. Atualmente os países que mais liberam gases causadores do efeito estufa no mundo são: China, Estados Unidos, Rússia, Índia, Brasil, Japão, Alemanha, Canadá, Reino Unido e Coreia do Sul.

     Temos de fazer a nossa parte para tentar garantir um meio mais equilibrado saudável para as gerações futuras e isso só pode ser feito através de práticas menos poluentes e muita conscientização.

MATÉRIA DO GLOBO ECOLOGIA - MUITO LEGAL!


Professor da USP FALA SOBRE A FARSA DO AQUECIMENTO GLOBAL NO JÔ (HÁ QUEM DIGA QUE O AQUECIMENTO GLOBAL NÃO EXISTE, TIRE SUAS CONCLUSÕES)




LINKS INTERESSANTES PARA APROFUNDAR O TEMA:



terça-feira, 11 de novembro de 2014

Desenvolvimento sustentável!!!!! O que é isso afinal?




Atualmente houvimos falar a todo o momento sobre a “necessidade de um desenvolvimento sustentável antes que seja tarde demais”, tarde demais pra que? O que é esse desenvolvimento sustentável? Quais os benefícios? Como podemos colaborar?
Primeiramente temos de entender que desenvolvimento sustentável é a forma que a população mundial deve usar/agir para poder suprir suas necessidades, sem que isso comprometa as necessidades das populações futuras, ou seja, como podemos explorar o recursos naturais disponíveis hoje sem que essa exploração comprometa as gerações futuras? Percebemos que a forma como estamos explorando o planeta e seus recursos hoje o está prejudicando e colocando a sobrevivência em situação de risco no futuro.
Pensar e agir de forma sustentável são buscar quais meios são mais adequados para poder harmonizar dois grandes objetivos atuais: continuar o desenvolvimento econômico das nações e também garantir a preservação do planeta para as gerações futuras.

A busca por um desenvolvimento Sustentável viável e que possa atender às reais necessidades do Planeta e das populações humanas que nele vivem pode ter inicio com atitudes simples que podem começar em nossas casas como a reutilização e a reciclagem por exemplo.
Quando nos referimos aos governos, ou seja, a uma esfera bem mais abrangente, temos que tal objetivo deve ser muito bem planejado e com grande organização através de políticas públicas que visem o bem estar social e ambiental conjuntamente.
Não podemos confundir Desenvolvimento Sustentável com Desenvolvimento Econômico uma vez que este último, quando buscado de forma isolada demanda de grande exploração de recursos ambientais, o que vai contra a sustentabilidade aqui discutida. Entendemos, então, que as práticas que buscam o Desenvolvimento Sustentável devem levar em consideração que tanto os recursos naturais como a capacidade do planeta de nos manter são finitos e quando extintas fatalmente nos levarão a extinção também.


          Naturalmente temos consciência de que o crescimento econômico de uma nação é muito importante para a melhoria da qualidade de vida desta, mas não devemos esquecer jamais que somos parte do ambiente e que se a exploração do mesmo não for feita de modo planejado e que garanta sua continuidade às gerações futuras, estas não terão de onde obter seus recursos necessários o que resultaria em guerras, fome, e aumento das desigualdades.

Video do YouTube que trata o Desenvolvimento Sustentável no Brasil.


Links Interessantes para aprofundar o tema:



terça-feira, 22 de maio de 2012

Cromossomos - sabendo um pouco mais


É o DNA, cromonema, que sofreu condensação intensa. Uma única e longa molécula de DNA, associada a várias moléculas de histona (tipo de proteína), envolvendo essas proteinas. Essa associação é chamada de nucleossoma. Denomina-se cromonema o filamento de DNA com os nucleossomos enrolados helicoidalmente.
        Nessa imagem observamos o processo de formação dos cromossomos e podemos perceber a enorme quantidade de material genético necessária para sua formação.

Estrutura de um cromossomo:
Em um cromossomo encontramos basicamente quatro estruturas:
  • Cromátides: cada um dos filamentos idênticos de DNA que se encontram unidos pelo centrômero no cromossomo duplicado.
  • Cinetócoro: é um complexo protéico, em forma de disco, que localiza-se ligado ao centrômero e atua na movimentação cromossômica durante a divisão celular.
  • Telômero: estrutura ímpar constituida de proteinas e DNA não codificante presente na região terminal dos cromossomos de eucariontes.
  • Centrômero: região em que as duas cromátides do cromossomo duplicado se unem. Corresponde à constricção primária.

Tipos de cromossomos
Quanto a posição do centrômero os cromossomos podem ser classificados de acordo com o tamanho que os braços das cromátides terão em:
I. Metacêntrico: quando o centrômero se localiza centralizado no cromossomo, dividindo-o em braços de mesmo tamanho.
II. Submetacêntrico: quando o centrômero se localiza levemente deslocado da região cromossômica mediana, dividindo o cromossomo em braços com tamanhos discretamente distintos.
III. Acrocêntrico: quando o centrômero está nitidamente deslocado da região cromossômica mediana, dividindo o cromossomo em braços com tamanhos nitidamente distintos.
IV. Telocêntrico: quando o centrômero está localizado na região cromossômica terminal, o que resulta em um cromossomo que possui somente um braço. Este tipo não ocorre em nossa espécie.

Obs: Os cromossomos pertencentes às células de indivíduos da mesma espécie apresentam forma, tamanho e número constantes, porém variam de espécie para espécie. Como exemplo temos o homem que possui 2n= 46 cromossomos, o boi possui 2n= 60 e o milho 2n= 20. O conjunto de dados sobre forma, tamanho e número de cromossomos de uma determinada espécie é o que chamamos de cariótipo.
     Na imagem acima temos um cariótipo humano onde podemos perceber os pares de cromossomos e também percebemos tratar-se de um cariótipo de um individuo do sexo masculino uma vez que estão presentes os cromossomos X e Y.


Cromossomos sexuais:
            O sexo, em nossa espécie, é detreminado pela ação de cormossomos específicos chamados de cromossomos sexuais. Dos 23 pares de cromossomos que temos em nossas células diplóides, um deles correspondem ao sexuais e são de dois tipos: X e Y. Os machos de nossa espécie apresentam cromossomos XY enquanto que as fêmeas apresentam XX. Os homens são chamados de heterogaméticos (gametas diferentes = X e Y) e as mulheres são homogaméticas (mesmo gameta, X).
Cromossomos X e Y


No cariótipo (estudo do conjunto dos cromossomos de um indivíduo de uma determinada espécie. Estuda a forma, a estrutura, o número e a função dos cromossomos deste individuo) acima percebemos a diferença quanto ao tamanho dos cromossomos X e Y.
            Na formação dos gametas, esses cromossomos são separados e no momento da fecundação serão combinados novamente e nesse momento teremos a determinação do sexo da criança.
           
Percebemos nessa situação que o responsável pela determinação do sexo dfa criança em, nossa espécie, sempre será o pai pois apenas ele produz gametas com cromossomos sexuais diferentes (X e Y), a mulher produz apenas óvulos do tipo X.


Abaixo há um pequeno vídeo resumindo alguns tópicos interessantes sobre os cromossomos, vale a pena conferir. Um abraço!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

O que é Metabolismo?

Muitas vezes ouvimos alguém falar “tenho o metabolismo lento” ou “eu tenho o metabolismo acelerado”, mas afinal de contas, o que é o metabolismo?

Entendemos o metabolismo como o conjunto de reações físicas e químicas que ocorrem no interior dos seres vivos, sempre relacionadas com as atividades que os matem vivos. Metabolismo vem do grego metabolismos que significa "mudança", troca.

Essas reações podem ser de quebra de substâncias, como a digestão, ou de montagem de novas substâncias, como hormônios.

Chamamos de Catabolismo a toda atividade metabólica de desmonte ou quebra de substâncias e Anabolismo a toda reação de montagem de substâncias em nosso corpo.

Temos o metabolismo celular que correspondem as atividades metabólicas que ocorrem nas células; estão ligados a eventos como o crescimento, multiplicação, produção de substâncias.

Assistam ao pequeno vídeo sobre metabolismo e saúde. Comentem suas duvidas e conclusões.


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

SUA SEXUALIDADE


      A sexualidade ainda é considerada um tabu para grande parte das pessoas, em muitas casas o tema não é sequer comentado, como se fosse um pecado mortal falar sobre o assunto, um erro enorme. Afinal, uma família que não conversa abertamente sobre esse tema corre o sério risco de deixar seus integrantes, principalmente os mais jovens, expostos a mitos e perigos que vem de fora do seio familiar, assim aprendem de modo errôneo situações absurdas e muitas vezes mentirosas que lhes causarão prejuízos futuros. Temos de mudar essa forma de ver a sexualidade, temos de buscar conhecê-la, entendê-la e conversar mais sobre ela, para que juntos construamos verdades e conceitos que irão favorecer a todos.

      Mas o que seria essa tão falada sexualidade? Entende-se atualmente, como as diferentes formas de sentir, expressar ou ver o que lhes dá prazer. Como seres humanos que somos, a libido, a busca pelo prazer está enraizado em nossa essência e ela se manifesta das mais diferentes formas, variando de um indivíduo para outro, afinal somos todos diferentes em nossas vivências, experiências e emoções. Muitas vezes o que consideramos sensual pode ser banal para um outro indivíduo e vice-versa, neste momento é mais do que importante buscar o respeito pelas diferenças afinal cada um sentirá prazer da forma que mais lhe convém, desde que não haja prejuízo para o outro e para sí.
      Nossas manifestações sexuais nos levam a sensações únicas e muitas vezes inesquecíveis, não devemos ter medo do prazer, muito pelo contrário, devemos procurá-lo, afinal é algo que nos faz bem e nos realiza. Naturalmente essa busca pelo prazer deve ser responsável e consciente, é imprescindível conhecer nosso corpo e o do outro, com respeito e curiosidade, uma busca sadia e cúmplice, nosso corpo é um dos nossos maiores patrimônios e como tal deve ser respeitado dentro de nossos limites. Nunca devemos fazer ou deixar que façam algo que vá contra nossa vontade, e sexualidade pede um retorno mutuo de prazer.
      Busquemos conhecer melhor nossos corpos sempre, sem vergonha e sem pecado.

LEMBRE-SE, RESPEITE PARA SER RESPEITADO
      Abaixo seguem dois vídeos muito interessantes sobre o aparelho reprodutor masculino e o reprodutor feminino, é bom acompanhá-los para iniciar essa busca do autoconhecimento.
SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO PARTES 1,2 e 3. 

 SISTEMA REPRODUTOR FEMININO PARTES 1,2 e 3.
     Espero que tenhamos tirado algumas dúvidas, busque mais informações com alguém confiável e amigo, a informação correta sempre é mais saudavel e construtiva que uma suposição sem garantias. Aguardo sua mensagem para trocarmos uma ideia.

terça-feira, 21 de junho de 2011

MEMBRANA PLASMÁTICA - resumo


Todas as células existentes, procariontes ou eucariontes apresentam em sua superfície uma fina película limitante que é chamada de membrana plasmática, essa membrana é viva, realiza funções importantes como: troca de substâncias, separa o conteúdo celular do meio externo, etc.

MODELO DO MOSÁICO FLUIDO

Modelo sugerido pelos cientistas Singer e Nichol

son em 1972.

É considerado o modelo mais aceito sobre a composição química da MP e sua organização, segundo este modelo a membrana plasmática teria três componentes: proteínas, lipídios e uma pequena fração de glicídios. Estes componentes estariam dispostos intercaladamente, daí a sugestão de mosaico.

Os lipídios são principalmente fosfolipídios, sendo que em células animais apresentam ainda o colesterol em sua constituição. As proteínas são do tipo globular e os glicídios são cadeias de até 15 monossacarídeos.

A membrana plasmática tem aproximadamente 75Å de espessura.

ORGANIZAÇÃO DA MEMBRANA PLASMÁTICA

Os três componentes da mp (proteínas, lipídios e glicídios) organizam-se da seguinte maneira:

Lipídios: apresentam em sua estrutura uma região polar e outra apolar.
Formam uma dupla camada (bicamada) sendo que as regiões polares, que tem afinidade pela água, estão voltadas para a água do meio extracelular e intracelular e as regiões apolares estão voltadas para o interior da bicamada, já que não apresentam afinidade pela água.

- Proteínas: estão mergulhadas na dupla camada de lipídios, sendo que podem estar atravessando essa bicamada ou ocupando apenas uma de suas faces. As proteínas que atravessam a bicamada são chamadas de proteínas integrais, enquanto que aquelas que encontram-se apenas em uma das faces são chamadas de periféricas. Todas as proteínas não são fixas, estão vagando livremente na bicamada, dando assim ao modelo o nome de mosaico fluido.

- Glicídios: estes são encontrados apenas na face externa da bicamada, podem estar ligados a proteínas (glicoproteinas) ou a lipídios (glicolipídios). Além disso podemos ainda encontrar glicoproteinas que são secretadas pela célula, ao conjunto de glicídios e glicoproteinas da célula damos o nome de glicocálix.



Dizemos que a membrana plasmática é lipoproteica (ou fosfolipoproteica) devida a sua composição

Propriedades da MP:

a) Elasticidade.

b) Grande capacidade de regeneração devido a presença, principalmente, de ion Ca++ que exerce função cimentante.

c) Semipermeabilidade.

d) Permeabilidade Seletiva: é a capacidade que a MP possue de selecionar as substâncias que entram ou saem da célula.

e) Porosidade.

f) Polaridade elétrica.

g) Transporte ativo: é um tipo de transporte de substâncias através da MP, onde ocorre consumo de energia por parte da célula.

h) Trasporte passivo: é um tipo de transporte de substâncias através da MP, onde não ocorre o consumo de energia e está na dependência do meio em que a célula estiver contida, estes meios podem ser:

Hipertônico= é o meio com alta taxa de concentração.

Hipotônico= é o meio com baixa taxa de concentração.

Isotônico= é o meio onde a taxa de soluto e solvente estão em equilíbrio.




sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

DIVISÃO CELULAR. Um breve resumo.

Galera, vamos falar um pouco sobe divisão celular, principalmente o pessoal de primeiro ano e primeiro ano EJA, ao final deste texto há disponível uma apresentação que usarei em minhas aulas, baixem e estudem juntamente com o livro de biologia. Um abraço e nos vemos na sala.


DIVISÃO CELULAR


A divisão celular é um processo pelo qual as célula (unidades básicas da vida) se multiplicam, originando duas ou mais células filhas semelhantes à célula materna ou progenitora. A capacidade de divisão celular é variada em relação ao tipo de célula e a sua função.

Todos os organismos uni ou pluricelular têm a capacidade de se reproduzirem para a manutenção da espécie, logo tudo isso tem um começo, que é a divisão celular que é a perpetuação da vida.

Nos seres eucariontes a divisão celular divide-se em duas etapas distintas:

- mitose que é o processo universal de divisão.

- citocinese que é divisão do citoplasma em células filhas.

- interfase que é um período de intensa atividade e síntese de crescimento.

v Função da Divisão Celular

A divisão celular tem como função (através da sua capacidade metabólica) a manutenção da vida. Através desta divisão as células-filhas terão pelo menos metade ou mesma quantidade de material genético da mãe onde há uma hereditariedade através da reprodução ou divisão celular normal ou tem como função e com fidelidade passar o programa genético de uma geração celular para a geração.

Tem como função também a reconstituirão celular, crescimento e desenvolvimento dum pluricelular, por exemplo, através dum zigoto unicelular. A divisão pode ter diferentes velocidades nos diferentes tecidos celulares com diferentes funções.

v Tipos de Divisão Celular

Na natureza encontramos dois tipos de divisão celular: MITOSE e MEIOSE.

v MITOSE

Na mitose uma célula mãe dividi-se dando origem a células filhas que terão a mesma quantidade de cromossomos da célula mãe, replicadas em dois possuindo um numero diplóide (2n) que são células somáticas.

OBS: não devemos esquecer que as células 2n são chamadas de diplóides ou somáticas, encontradas me todo o nosso corpo, como exemplo pele, fígado, cérebro, etc (menos os gametas)

As células n são chamadas de haplóides ou germinativas, sendo apenas os gametas (espermatozóide e óvulo) e apresentam metade do material genético de 2n.

Utilizam ambas a citocinese que é a separação parcial em dois do citoplasma da célula-mãe e que está sempre acompanhada com a divisão celular. Na célula animal esta divisão origina duas células filhas separadas ou individualizadas entre si.

v FASES DA MITOSE: PRÓFASE, METÁFASE, ANÁFASE E TELÓFASE.


· Prófase é a fase inicial da mitose. Nela, ocorrem os eventos preparatórios fundamentais à correta separação dos cromossomos em 2 lotes equivalentes. Nesta fase os centríolos, que já se duplicaram, afastando-se em sentidos opostos gradativamente, até chegarem aos pólos da célula. Em torno deles, aparecem fibras que constituem o áster. Entre os centríolos que se afastam aparecem às fibras do fuso mitótico (estas aparecem à medida que o centríolo se afasta). No núcleo observamos que o nucléolo fica cada vez menos visível até desaparecer.

Os cromossomos começam a se enrolar sobre si mesmos. Cada cromátide se enrola independentemente de sua irmã, embora estejam ainda úmidas pela região do centrômero. Com essa progressiva condensação, os cromossomos vão se tornando mais curtos e grossos e, naturalmente, mais visíveis.

O núcleo também aumentará de volume, assim a membrana nuclear que antes só tinha se afastado acaba se fragmentando e desaparecendo. Com isso os cromossomos se espalharão pelo citoplasma.

· Metáfase (de meta="meio") é a fase em que os cromossomos se dispõem na região mediana da célula. Como a carioteca já desapareceu, a região central da célula é ocupada pelo conjunto de fibras que constituí o fuso aciomático (a= não; ciomático= "colorido") ou mitótico. Essas fibras são, na realidade, microtúbulos protéicos, dispostos entre 2 centríolos, sem, no entanto, tocá-los. O nome desta estrutura derivada da sua forma, em fuso (alargado no centro e afilado nas pontas), e do fato de não se corar pelos métodos usuais de coloração.

Os cromossomos, que estão no grau máximo de condensação, localizam-se entre as fibras do fuso. Nesta fase, algumas dessas fibras estão úmidas ao centrômero de cada cromossomo. Na verdade, cada cromossomo encontra-se ligado as fibras que se dirigem a ambos pólos celulares.

Ao fim da metáfase temos, em resumo, a seguinte situação: cada cromossomo da célula está localizado na região equatorial, e cada uma de suas cromátides está ligada a fibras que se estendem a um dos pólos da célula. O centrômero de cada cromossomo volta a ser constituído por uma única cromátide e cada um terá um centrômero. Cromossomos que se originam de cromátides irmãs são denominados cromossomos irmãos, sendo idênticos entre si.

Com o encurtamento das fibras ligadas aos centrômeros, os cromossomos irmãos irão se separar. Terá então chegado o fim da metáfase e o início da fase seguinte, a anáfase (de ana=separação).

Obs: A metáfase é a fase de menor duração e a de melhor observação dos cromossomos (já que eles estão em seu grau máximo de condensação), permitindo seu estudo em relação a tamanho, número e forma (cariótipo).

· Anáfase: Os cromossomos - irmãos são arrastados para pólos opostos da célula pelo encurtamento dos filamentos do fuso. A igualdade das cromátides irmãs e a posição que ocupavam na metáfase (centro do fuso) garantem uma distribuição idêntica de material genético para os dois pólos e, conseqüentemente, para as duas células que vão se formar.

Ao atingirem os pólos celulares, nas proximidades dos centríolos, os 2 conjuntos cromossômicos terminam sua migração. Está terminada a anáfase a se iniciará a fase final da divisão, telófase (de telos="final").


· Telófase: irão ocorrer processos praticamente inversos aos que ocorreram na prófase:

ü Os cromossomos que durante a migração anafásica estiveram condensados iniciam a sua condensação, voltando a forma de longos e finos filamentos.

ü O nucléolo torna a aparecer sendo organizado novamente pelo cromossomo organizador de nucléolo.

ü Aparecem duas novas cariotecas (feitas pelo retículo endoplasmático) envolvendo os cromossomos, uma ao redor de cada núcleo filho.

Está assim completada a divisão nuclear, dois núcleos filhos, contendo lotes cromossômicos e gênicos idênticos entre si (e idênticos aos da célula original), foram formados.

O processo de divisão nuclear é denominado cariocinese (cario="núcleo" e cinese="movimento").

A próxima etapa será a ocorrência da citocinese, isto é, a divisão do citoplasma, que terminará por formar duas novas células independentes.


v MEIOSE

O termo meiose deriva da palavra grega meíosis, que significa diminuição, e é uma alusão ao fato de, nesse tipo de divisão celular, o número de cromossomos ser reduzido à metade nas células-filhas. A redução do número cromossômico ocorre porque nesse processo há uma única duplicação cromossômica seguida de duas divisões nucleares consecutivas: a meiose I e meiose II. Na meiose formam-se quatro células-filhas, cada uma com a metade do número de cromossomos originalmente presente na célula-mãe.

FASES DA MEIOSE


Tanto a meiose I como a meiose II são divididas em quatro fases, nas quais ocorrem eventos semelhantes aos da mitose: por isso, as fases das meiose I e II recebem os mesmos nomes. A meiose I é dividida em prófase I, metáfase I, anáfase I e telófase I. A meiose II é dividida em prófase II, metáfase II, anáfase II e telófase II.

Em linhas gerais, nas prófases I e II ocorre condensação dos cromossomos; nas metáfases I e II eles se ligam aos microtúbulos do fuso e se dispõem na região e equatorial da célula; nas anáfases I e II os cromossomos migram para pólos opostos da célula; nas telófases I e II eles se descondensam e formam núcleos-filhos nos pólos da célula em divisão.


Prófase I

A prófase I é a fase mais longa e complexa e, por isso, os pesquisadores dividem essa fase em cinco subfases: leptóteno, zigóteno, paquíteno, diplóteno e diacinese.

· Leptóteno: visualização dos cromômeros

Na fase de leptóteno (do grego leptos, fino, delgado) tem início a condensação dos cromossomos. Eles se tornam visíveis ao microscópio óptico, como fios longos e finos, pontilhados de grânulos, denominados cromômeros, em que o grau de condensação é maior.

Apesar de já completamente duplicado e, portanto, constituído por duas cromátides-irmãs, cada cromossomo aparece ao microscópio como um fio simples. A razão disso é que, além de ainda estarem muito finas devido à pouca condensação, as cromátides-irmãs estão intimamente unidas por meio de coesinas.

· Zigóteno: emparelhamento cromossômico

A fase de zigóteno (do grego zygon, ligação, emparelhamento) recebe esse nome porque nela ocorre a sinapse cromossômica (do grego synapis, unir). Os cromossomos homólogos colocam-se lado a lado, emparelhando-se ao longo de todo seu comprimento, como se fossem as duas partes de um zíper sendo fechado.

Apesar de ainda não se compreender inteiramente o mecanismo de emparelhamento dos cromossomos homólogos, sabe-se que ele envolve a formação do complexo sinaptonêmico, uma elaborada estrutura constituída por diversas proteínas. Essas proteínas formam um longo eixo central e duas barras laterais às quais se associam os cromossomos homólogos, emparelhando-se.

· Paquíteno: formação dos bivalentes

Na fase de paquíteno (do grego pachys, espesso, grosso), os cromossomos estão mais condensados e completamente emparelhados. Cada par de cromossomos homólogos forma um conjunto denominado bivalente, ou tétrade. O termo bivalente (do prefixo latino bis, dois) refere-se ao fato de haver dois cromossomos homólogos emparelhados; o termo tétrade (do grego tetra, quatro) refere-se ao fato de haver quatro cromátides no conjunto, pois cada cromossomo está duplicado (embora isso ainda seja dificilmente observável ao microscópio).

Na fase de paquíteno (ou no final da fase de zigóteno) ocorrem quebras nas cromátides de cromossomos homólogos emparelhados, logo seguida por soldaduras de reparação. Entretanto, a soldadura dos fragmentos cromossômicos muitas vezes ocorre em posição trocada: uma cromátide se solda ao fragmento de sua homóloga e vice-versa. Esse fenômeno leva à troca de pedaços entre cromossomos homólogos e é chamado de permutação ou crossing-over.

A permutação é um evento é um evento com importante significado biológico: a troca de fragmentos entre as cromátides homólogas aumenta as misturas genéticas, levando a uma maior variedade de gametas formados por um indivíduo.

· Diplóteno: visualização dos quiasmas

A fase de diplóteno (de grego diploos, duplo) recebe esse nome porque os cromossomos homólogos, agora começando a se separar, aparecem nitidamente constituídos por duas cromátides. Lembre-se que os nomes das fases da meiose foram criados quando ainda não se sabia que os cromossomos se duplicam na interfase. A separação dos cromossomos homólogos ocorre porque o complexo sinaptonêmico que os mantinha unidos desaparece nessa fase da prófase I.

Com a separação dos cromossomos homólogos, pode-se perceber que suas cromátides se cruzam em determinados pontos, originando figuras chamadas de quiasmas (do grego chiasma, cruzado, em forma de X). Os quiasmas são a evidência observável da permutação. No ponto em que a permutação ocorreu, as cromátides permutadas ficam cruzadas, dando origem a quiasma. As cromátides-irmãs continuam presas entre si por meio de coesinas.

Hoje sabe-se que a ocorrência de pelo menos um quiasma por bivalente é essencial para manter os cromossomos homólogos unidos até o início da anáfase I, o que garante que eles migrem corretamente para pólos opostos. Mesmo cromossomos sexuais, que praticamente não apresentam homologia entre si, têm permutas que os mantêm unidos até a anáfase I.

· Diacineseterminalização dos quiasmas

A fase de diacinese (do grego dia, através, e cinesis, movimento) recebe esse nome porque os cromossomos homólogos continuam em seu movimento de separação, iniciado no diplóteno. Eles permanecem unidos apenas pelos quiasmas que parecem deslizar para as extremidades dos bivalentes, fenômeno conhecido como terminalização dos quiasmas. Na diacinese, devido a condensação, os cromossomos deixam de sintetizar RNA e os nucléolos desaparecem. Ao final da prófase I, a cariomembrana se desintegra e os pares de homólogos, ainda associados pelos quiasmas, espalham-se no citoplasma.

Metáfase I

Na metáfase I os pares de cromossomos homólogos prendem-se ao fuso acromático formado durante a prófase, dispondo-se na região equatorial da célula. Entretanto, há uma diferença fundamental entre a metáfase da meiose I e a metáfase da mitose. Na metáfase da meiose, cada cromossomo, com suas duas cromátides, prende-se a microtúbulos provenientes de um dos pólos; o homólogo prende-se a microtúbulos do pólo oposto. Na metáfase da mitose, cada cromossomo prende-se a microtúbulos de ambos os pólos, de modo que as cromátides-irmãs ficam unidas a pólos opostos.

Tanto a metáfase da meiose I como na metáfase da mitose, os cromossomos de um par de homólogos começam a ser puxados pelo encurtamento dos microtúbulos. Entretanto, eles não se separam imediatamente, uma vez que os pedaços trocados na permutação ainda continuam unidos pelas coesinas. O equilíbrio entre as tensões de microtúbulos de pólos opostos é estabelecido quando os pares de cromossomos unidos pelos quiasmas ficam a meio caminho entre os pólos.

Anáfase I

Na anáfase I, cada cromossomo de um par de homólogos, constituídos por duas cromátides unidas pelo centrômero, é puxado para um dos pólos da célula. Nessa fase as coesinas são degradas e os quiasmas desaparecem.

Telófase I

Na telófase I os cromossomos estão separados em dois lotes, um em cada pólo da célula. O fuso acromático se desfaz, os cromossomos se descondensam, as membranas nucleares se reorganizam e os nucléolos reaparecem. Surgem, assim, dois novos núcleos, cada um deles com a metade d número de cromossomos presente no núcleo original. Cada cromossomo, entretanto, ainda está constituído por duas cromátides unidas pelo centrômero.

Citocinese

Geralmente, logo após a primeira divisão meiótica se completar, ocorre a citocinese I, resultando na separação de duas células-filhas. Estas logo iniciam a meiose II. Durante um breve período entre a meiose I e a meiose II. Os centrossomos se duplicam nas duas células-filhas recém-formadas.

v MEIOSE II

A segunda divisão da meiose é muito semelhante à mitose. As duas células resultantes da meiose I entram simultaneamente em prófase II. Os cromossomos, já constituídos por duas cromátides, começam a se condensar, tornando-se progressivamente mais curtos e grossos; os nucléolos vão desaparecendo. Ao fim da prófase II, a carioteca fragmenta-se e os cromossomos espalham-se pelo citoplasma.

Na metáfase II os cromossomos associam-se ao fuso acromático formado durante a prófase II, alinham-se no plano equatorial da célula. Os microtúbulos do fuso puxam as cromátides-irmãs para pólos opostos, marcando o início da anáfase II. Quando os cromossomos-irmãos chegam aos pólos da célula, termina a anáfase e tem início a telófase II. Nessa fase os cromossomos se descondensam, os nucléolos reaparecem e as cariotecas se reorganizam, completando, assim, a segunda divisão meiótica. Em seguida, o citoplasma se divide (citocinese II) e surgem duas células-filhas para cada célula que passou pela segunda divisão meiótica.

CICLO DE VIDA DE UMA CÉLULA

A fase seguinte a mitose ou meiose vem a citocinese depois a interfase e assim sucessivamente vai descrevendo um ciclo cíclico como quase tudo na vida assim este ciclo recebe o nome de celular.

Descrevendo as fases do ciclo vamos ter:

1- Interfase que é a fase que não á divisão celular, das células filhas e o retículo e as mitocôndrias desenvolvem-se e o citoplasma retoma a sua atividade normal. Esta interfase é de intensa atividade metabólica de síntese e crescimento da célula que produz materiais necessários a sua vida para frente. Esta fase ocupa cerca de 90% de tempo do ciclo celular.

2 - Mitoses são as fases de divisão celular descritas acima, envolve a separação dos cromatídeos e a distribuição de cromossomas da mãe para as filhas, consome-se muita energia nesta fase.

3 - Citocinese que é o processo de distribuição e divisão do citoplasma e do núcleo da célula-mãe pelas células-filhas individualizadas e uma parede se for vegetal.

Resumindo este ciclo podemos dividir a interfase em três fases: G1, S, G2.

· G1 é logo a seguir á citocinese e o metabolismo celular são elevados, formando-se organitos celulares como proteínas, ribossomos, e síntese de ARN e a célula aumenta de volume

· S vai dar a replicação do DNA e no fim desta fase todas as cromossomas é constituído por dois cromatídeos com o seu respectivo centríolo.

· G2 com as mesmas características metabólicas, é o inverso da G1 e que prepara a célula para a divisão celular.

A divisão celular a fase mitótica é caracterizado por uma fase M.

M é a mitose e/ou meiose caracterizada pela divisão nuclear onde ocorrem quatro fases: prófase, metáfase, anáfase, telófase.

A citocinese é caracterizada pela divisão da célula materna em dois e compreende a fase C.

Comparação entre os processos de divisão celular

Mitose

Meiose

- Resulta em duas células geneticamente iguais

- Resulta em quatro células geneticamente diferentes

- Não há redução do número de cromossomos

- Há redução do número de cromossomos

- Não há permuta gênica entre cromossomos homólogos

- Normalmente ocorre permuta gênica entre os cromossomos homólogos

- Ocorre em células somáticas

- Ocorre em células germinativas

- A duplicação do DNA antecede apenas uma divisão celular

- A duplicação do DNA antecede duas divisões celulares

- Uma célula produzida por mitose, em geral, pode sofrer nova mitose

- Uma célula produzida por meiose não pode sofrer meiose

- É importante na reprodução assexuada de organismos unicelulares e na regeneração das células somáticas dos multicelulares

- É um processo demorado (podendo, em certos casos, levar anos para se completar)

- Não há redução do número de cromossomos

- Há redução do número de cromossomos

É fundamental saber comparar a mitose e a meiose. Algumas doenças resultam de alterações nesses tipos básicos de divisão celular.

A síndrome de Down, por exemplo, é provocada por erros na divisão celular que podem ocorrer durante a formação dos gametas ou na divisão do zigoto, mas devemos lembrar que os indivíduos portadores desta síndrome não são tão diferentes de nós, não tem um problema contagioso e muitas vezes tem talentos incríveis, como é o caso da bailarina clássica Aline, que venceu bareiras e mostrou a todos que a limitação está no pensar das pessoas e só se rende quem quer, assistam a uma entrevista com ela abaixo.

A mitose ocorre em todas as células somáticas do corpo e, por meio dela, uma célula se divide em duas, geneticamente idênticas à célula inicial. Assim, é importante na regeneração dos tecidos e no crescimento dos organismos multicelulares. Nos unicelulares, permite a reprodução assexuada. Já a meiose só ocorre em células germinativas, com duas divisões sucessivas. A célula-mãe se divide em duas, que se dividem de novo, originando quatro células filhas com metade dos cromossomos da célula inicial: são os gametas, geneticamente diferentes entre si.

Dessa forma, a meiose tem papel fundamental na reprodução sexuada. E não se esqueça: durante a meiose normalmente há troca de genes entre cromossomos homólogos, o que aumenta a variabilidade gênica da espécie. Vale ainda lembrar que a mitose e a meiose apresentam quatro fases características: prófase, metáfase, anáfase e telófase, com formação de fuso protéico e condensação dos cromossomos. Nos dois casos, a duplicação do DNA antecede as divisões celulares.


Se você é meu aluno, não esqueça de baixar a aula que usaremos para trabalhar este conteúdo em sala juntamente com o livro didático.

AGORA É A SUA VEZ: Gostaria de saber como você vê a divisão celular no desenvolvimento do seu corpo? Também se você conhece alguem com síndrome de Down, você acha que essa pessoa pode ou não ser util a sociedade? Dê sua opinião por comentários para abrirmos uma boa discussão a respeito.
Um abraço!